As barreiras arquitetônicas do cotidiano

Para que um lugar seja acessível é necessário que o mesmo proporcione o alcance, acionamento, uso e vivência por qualquer pessoa, inclusive por aquelas com mobilidade reduzida. O termo “acessível” se abrange tanto no campo da acessibilidade física como da comunicação. As barreiras arquitetônicas são os obstáculos existentes em edifícios ou áreas urbanas.

Calçadas com degraus ou irregulares, portas estreitas e rampas com inclinação exagerada são alguns dos exemplos de barreiras arquitetônicas que podem ser encontradas em locais públicos e privados. Um espaço construído, quando acessível a todos, é capaz de oferecer oportunidades igualitárias a todos seus usuários. No entanto, a maioria das cidades é construída e modificada desconsiderando vários dos diversos tipos humanos que habitam estes ambientes construídos. E a dificuldade de acesso, não se restringe apenas aos usuários de cadeira de rodas, mas também aqueles que possuem mobilidade reduzida temporária, gerada por fatores como idade, gravidez, deficiência auditiva ou visual.

Sendo assim, vemos que quando um projeto não é planejado de forma acessível, seu resultado não irá conseguir proporcionar experiências positivas para todos. Porém, existem inúmeras opções de adaptações que tornam conseguem dar um status positivo à essas vivências, são elas: plataformas de acessibilidade, vagas especiais, rampas, corrimãos, piso antiderrapante e etc. A conscientização é o primeiro passo, o segundo é a mudança e o resultado é a acessibilidade cada vez mais próxima de todos.

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